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Deixei este áudio de um grande jornalista nacional, Alexandre Garcia, para que comparemos nosso momento atual com nossa história e assim, valorizemos o grande monarca Dom Pedro II.

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No livro Dom Pedro II por José Murilo de Caravalho – Editora Companhia das Letras, descobrimos um administrador incrível e repleto de particularidades que não se repetiram até hoje.

Dom Pedro II nasceu em 02 de dezembro de 1825. Era três anos mais moço que o Brasil e o sétimo filho da imperatriz D. Leopoldina. Depois da primogênita, Maria da Glória, nascera em 1820 o primeiro filho., D. Miguel, que faleceu logo em seguida. O segundo, D. João, nascido em 1821, faleceu antes de completar um ano. Depois, nos três anos seguintes, só vieram mulheres: Januária, Mariana e Francisca. Apesar da aparência saudável ao nascer, D. Pedro não foi uma criança sadia, herdara, ele  e a irmã Januária, do pai, via Bourbon da Espanha, a epilepsia, mas, a melhor palavra que define sua infância, é orfandade.

Perdeu a mãe quando tinha um ano e nove dias de idade. Não conheceu o avô, D. João VI, que morrera em Lisboa em 1826. A avó, D. Carlota Joaquina, filha de Carlos IV da Espanha, retornara a Portugal em 1821, onde morreria em 07 de janeiro de 1831. O pai, D. Pedro I, e a madrasta, D. Amélia de Leuchtenberg, deixaram o Brasil em 13 de abril de 1831, após a abdicação.

D. Pedro incorporou os hábitos de disciplina e pontualidade que lhe incutiram na infância, com educação rígida e ampla. Ao longo da vida, sempre teve mania de estabelecer horários rígidos para tudo, onde que que estivesse. Tendo vivido a infância e adolescência sob a responsabilidade de vários tutores, em 1838 recebeu o que se pode chamar de “Receita de Imperador Perfeito” do Marquês de Itanhaém, onde destaco a passagem: “…pois bem pode ser um grande Monarca o Senhor D. Pedro II sendo justo, sábio, honrado, virtuoso e amante da felicidade de seus súditos, sem ter precisão alguma de vexar os povos com tiranias e violentas extorsões de dinheiro e sangue.”

Eram anos conturbados e no dia 23 de julho de 1840 a Assembléia Geral reunida num Senado cercado por 8 mil pessoas decretou formalmente a maioridade de D. Pedro II aos 14 anos e aos 15 anos, em 23 de julho de 1841 aconteceu a sagração e coroação do imperador, com direito à nove dias de celebração, que culminou em um baile para 1200 pessoas onde o jovem imperador não dançou.

Claro que era muita coisa para um jovem e ele teve que aprender algo que se perpetua até hoje: o desejo de todo partido em conquistar e manter-se no poder.Partidos Conservador e Partido Liberal eram os que gladiavam na época, além das várias províncias que aspiravam a independência. Não foi tarefa fácil manter este país gigante unido.

Em 1843 foi realizado o casamento de D. Pedro, apesar dele “não ser um bom partido”. A família imperial brasileira não era rica e o Brasil era um país distante, exótico e sem importância. O casamento arranjado foi com uma irmã do rei Fernando II das Duas Sicílias, Teresa Cristina. Realizado por procuração em Nápoles, em 30 de maio de 1843, foi necessário obter licença de Roma, porque os noivos eram primos. Na época o casamento de reis e imperadores eram negócios de Estado, não assuntos do coração. O primeiro filho, D. Afonso, nasceu em 1845, mas morreu com pouco mais de dois anos de idade. Em 1846, nasceu Isabel e, em 47, Leopoldina. Em 1848, veio outro filho, D. Pedro Afonso, que viveu ainda menos que o primogênito e sua morte abalou profundamente o imperador.

D. Pedro era um rei atuante, a carruagem imperial era vista com frequência cruzando aos solavancos as ruas mal calçadas das cidades a caminho de alguma repartição, escola, arsenal ou hospital. Os ministros não gostavam desta fiscalização e criavam intrigas e deboches com a intenção de afastá-lo de seus princípios, sempre sem êxito.

A imperatriz, Teresa Cristina correspondia à imagem pública de mulher modesta, humilde, caridosa, a “mãe dos brasileiros” e D. Pedro II seguia sendo admirado pelo povo que o amava, embora nem sempre tivesse apoio nos ministérios e parlamento. Escreveu 5500 páginas de diário, registradas a lápis em 43 cadernos. As anotações começam em 02 de dezembro de 1840, primeiro aniversário após a maioridade e terminam em 01 de dezembro de 1891, um dia antes do aniversário de 66 anos e 04 antes da morte. Entre suas anotações, destaco:

“…Tenho espírito justiceiro e, entendo que o amor deve seguir estes graus de preferência: Deus, humanidade, pátria, família e indivíduo…”

“…Não sou de nenhum dos partidos para que todos apoiem nossas instituições; apenas os modero, como permitem as circunstâncias, julgando-os até indispensáveis para o regular andamento do sistema constitucional, quando, como verdadeiros partidos e não facções, respeitam o que é justo…”

“…Também entendo que despesa inútil é furto à Nação…”

Como administrador, lutou em batalha inglória pela adoção do critério do mérito e da moralidade na escolha de funcionários, sobretudo de presidentes de província e queixava-se de que os ministros se preocupavam mais em premiar correlegionários. Queixava-se com impaciência da morosidade da burocracia dizendo que havia ineficiência no parlamento e corrupção no judiciário.

Como cidadão e imperador, se orgulhava da retidão: “Nada devo, e quando contraio uma dívida, cuido logo de pagá-la e a escrituração de todas as despesas de minha casa pode ser examinada a qualquer hora. Não ajunto dinheiro.”. Nunca aceitou aumento de dotação e às vezes doava parte dela ao Tesouro, entidades, esmolas ou como patrocínio para estudantes.

Falava latim, francês, alemão, inglês, italiano, espanhol. Lia grego, árabe, hebraico, sânscrito, provençal, tupi-guarani. Fazia traduções do grego, do hebraico, do árabe, do francês, do italiano, do inglês.

Era um apaixonado pelo Brasil e não admitia desperdícios, até mesmo quando quiseram lhe homenagear com uma estátua, recusou, sugerindo que os recursos eventualmente  arrecadados fossem destinado à construção de escolas.

Quanto à escravidão, dizia ser uma terrível maldição sobre qualquer nação mas que iria desaparecer – este foi um dos maiores motivos que lhe causaram a perda da coroa, mas ele conseguiu. Já a República que o tirou por golpe, queria a escravidão restituída.

Admirado no mundo inteiro, diziam não se lembrar de ter havido na história um Chefe de Estado que se apresentasse como simples protetor do escudo e da ciência, sendo ele próprio um erudito e um investigador cientifico. Em campanha política nos Estados Unidos, o New York Herald lançou uma chapa para concorrer às eleições presidenciais na qual figuravam D. Pedro para presidente e Charles Francis Adams, descende de John Adams, para vice.

Tinha a consciência que sem a educação do povo não haveria um bom futuro. Governou por 49 anos, três meses e 22 dias e era incrédulo quando do golpe que o expulsou do país, foi resignado recusando todo tipo de oferta de voltar a governar por golpe ou à força. Recusou os 5 mil contos de ajuda de custo e quando completou 64 anos à bordo do navio que o distanciava de sua terra amada, brindou com Isabel à prosperidade do Brasil. Morreu melancolicamente, sem ver reconhecida pelo seu país a dedicação de tantos anos e em momento extremamente doloroso, desabafou: “Eu fui sempre um Imperador violentado.” Foi sepultado com um punhado de areia de Copacabana, que levou no bolso, do qual não se separou nos seus poucos anos de vida que sobraram e servindo-se dele na última morada como travesseiro, assim era seu desejo: de alguma forma, nunca separar-se do Brasil.

Pode-se imaginar a surpresa de intelectuais europeus, como Nietzsche, ao descobrirem que vinha do Brasil um dos soberanos mais ilustrados do século. Em suas exéquias, boa parte do mundo intelectual e científico de Paris estava presente.

Ninguém dos golpistas (ou da república) fez-se presente no velório e sepultamento, mas no Brasil fez-se grande comoção e nos jornais e discursos que seguiram, até mesmo os adversários do imperador que criticavam sua política, ressaltavam o seu patriotismo, honestidade, desinteresse, espírito de justiça, dedicação ao trabalho, tolerância e simplicidade.O republicano José Veríssimo salientou que a maior dívida do Brasil com D. Pedro II era a atmosfera de liberdade que proporcionara às atividades do espírito. Nunca houve censura à imprensa mesmo quando esta o criticava de forma impiedosa, tanto por sua forma de governar, sua paixão pela leitura e usando ares de deboche quando de sua doença, a diabetes, que atrapalhou bastante seus últimos anos de reinado. Resumiu que todos no país pensavam o que queriam e diziam o que pensavam, não havia elogio maior à se fazer para um estadista da época.

Deixou um legado que não foi seguido, mas que nos enche de orgulho. Talvez nenhum outro administrador amou tanto nosso Brasil e lutou tanto pela decência pública quanto ele.

Estamos escrevendo a história do país. Dia após dia descobrimos e aprendemos mais sobre as forças que governam o Brasil.

Insatisfeita com os casos sempre crescentes de corrupção, com a má situação econômica e com falta de confiança na classe política, a população procura seus direitos exigindo justiça e a saída da atual presidente através de várias e grandes manifestações públicas por todo país.

Sendo reeleito com uma pequena diferença de votos, o PT – Partido dos Trabalhadores, entrou em seu quarto mandato com um discurso populista que foi sendo desconstruído pelos escândalos de desvio de dinheiro, entidades públicas sucateadas (hospitais, rodovias, escolas e até a gigante Petrobrás), redução de investimento nos programas populares, violência e desemprego crescentes. O Brasil perdeu o selo de bom pagador perante o mundo e a situação economia continua em declínio.

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Inicia-se assim a construção de um herói popular que já garantiu páginas nos livros de história: o Juiz Federal Sérgio Fernando Moro que chefia uma investigação intitulada de Lava-jato e que em cada fase encontra mais envolvidos, mais corrupção e chega aos grandes nomes da política nacional.

Admirado por todos que não estão satisfeitos com a atual situação, mensagens de apoio se multiplicam nas redes sociais, nas ruas, nos gritos de ordem (e de socorro) e literalmente, vestiu-se sua camisa em defesa de uma limpeza dos órgãos públicos.

De fato, ninguém antes dele agiu com tanta determinação e coragem enfrentando tudo e todos, sem distinguir cargos ou poder político. Particularmente, o admiro profundamente.

A Polícia Federal segue com seu trabalho e a crise político-administrativa se agrava com as decisões tomadas pelo partido eleito. Todos os dias vivemos momentos conturbados e a insatisfação é manifestada com mais esmero pelo povo brasileiro e por lideranças partidárias da oposição.

Vamos do sentimento de impotência ao de esperança constantemente e esperamos, como bom brasileiros, que a impunidade termine e que possamos viver num país com mais igualdade. Hoje o discurso populista de quem está no poder ao invés de unir separa as pessoas classificando-as por raças, classes sociais, origens e condições econômicas. Não sabemos quem serão os próximos e como será, mas a luta é por melhores condições de vida para todos, sem distinção.

Estes momentos são bons para que as pessoas tomem consciência de seus direitos e deveres, no seu cotidiano passem a agir com mais responsabilidade e discernimento e, principalmente, não votem só por votar ou se corrompendo por favores eleitoreiros. É preciso ser exemplo para que as novas gerações produzam governantes íntegros e não necessitemos mais viver sem o básico que pagamos para o setor público nos fornecer e menos ainda assistindo o enriquecimento ilícito dos que aproveitam seus cargos para fazerem tudo por si e nada pelos brasileiros.

Mulheres, se valorizem!

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Chegou mais um Dia Internacional das Mulheres, mas ao que parece, no “mundo ocidental” que se diz livre e evoluído, as coisas também não vão tão bem assim….

Você acessa redes sociais e encontra postagens do tipo: “Deu pra todo mundo no Carnaval e agora vai fazer jejum na quaresma…”, ou então “Transou com 47 e não sabe quem é o pai, vagabunda!” e por ai vai.

Assustador não é nem a postagem (que inicialmente foi realizada por alguém do sexo masculino) mas sim o número de mulheres que comentam aprovando e condenando todas as outras como se fossem donas de toda pureza e verdade.

Faço umas perguntinhas:

1. A “vagabunda” deu pra quem no Carnaval se todos os “santos homens” não estavam lá, já que DELES ninguém fala, eram todas lésbicas?

2. Como é possível engravidar sem querer em 2016, os “santos homens” que procuram as vagabundas não sabem usar camisinha?

3. Os homens que estavam no Carnaval não são vagabundos e é lindo vê-los nas missas ou eventos religiosos porque eles podem fazer o mesmo que elas, mas são perdoados pela ignorância machista de todas vocês?

Não é à toa que uma mulher é agredida a cada 6 minutos neste país e enquanto uma apanha ou é morta, meia dúzia está rindo e dizendo que é bem-feito.

Não estou concordando que é lindo se vulgarizar, ter filhos sem constituir família, adquirir doenças, enfim, mas por que sempre são ELAS as culpadas e ELES podem tudo nesta sociedade medíocre?

Ainda criam os filhos para “pegar todas” porque são homens e as filhas pra “se fazerem de difíceis” porque assim deve ser? E não me venha com aquela conversa de que ELES agem só por instinto porque se é assim, temos que colocar na jaula e domesticar ou então devolver para floresta.

Se eu fosse homem, homem de verdade e não um vagabundo, me sentiria ofendido pela forma que as mulheres tratam-os como seres inferiores que precisam ser cuidados como bebês já que não sabem discernir o certo ou errado e coitadinhos, “se deixam levar pelas mulheres, seres infernais capazes de fazer com que eles cometam traições, agressões, estupros, matem a mãe de seus filhos… Coitadinhos, são inocentes demais”.

Acordem! Uma mulher não faz nada sozinha. Sem este papo que “ela abriu as pernas” e dai ele já tem que ir correndo lá, sem cuidados básicos (camisinha) e sem respeito por sua companheira.

Cada vez que chamam uma mulher de vagabunda, vagabundo também é aquele que anda com ela. Então parem de julgar os outros e eduquem os meninos para que sejam homens e não apenas machos procurando uma fêmea no cio e meninas para que sejam mulheres de verdade, com discernimento do que realmente querem e fazem.

E cuidado com o teto de vidro. Geralmente se enxerga no outro mais facilmente os próprios defeitos.

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Eles eram considerados loucos até por nós mesmos, mas nós também eramos considerados loucos por muitos.

Os comentários de alguns eram críticas e chegaram a afirmar que o acidentes aéreo que vitimou toda banda naquele trágico 02 de março de 1996, era um castigo por fazerem música vulgar (cômica, eu diria) e por brincar com assuntos sérios.

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A gente ouvia assim, “na fita”. Eu tinha 15 anos e nos sete fugazes meses de sucesso nacional dos Mamonas Assassinas, pulei muito (afinal, não podia se chamar de dança) suas músicas animadas, cantei muito no colégio e todos se divertiram.

Sim, nós estávamos na fase certa para curtir a rebeldia de algo diferente, inusitado, que por isso chocava uns e agradava muitos.

A foto, como diz a legenda “batida à máquina de escrever”, foi de um show em um município próximo. Não fui, não tinhas condições financeiras e nem a “turma” para gastar dinheiro com show dos caras que não agradavam muitos nossos pais. Ficou a foto de quatro dos cinco integrantes que visitaram o local da apresentação para fazerem o “reconhecimento”.

Hoje se poderia dizer que estavam mais perto dos anjos do que dos demônios, que faziam era rir e divertir um povo que estava traumatizado pela perda de Ayrton Senna e num momento econômico de transição e início de estabilização.

Uma rede de tv trouxe emoção e saudade neste mês de fevereiro ao lembrar não somente deles, mas daquele tempo, daqueles sentimentos, dos inesquecíveis anos 90 e suas tantas histórias, revelações e perdas.

Se hoje tivéssemos mais Mamonas Assassinas talvez o mundo, já que eles alcançaram sucesso fora do país, seria mais cômico e conservaríamos um pouco daquela alegria que hoje parece tão distante e esquecida, soterrada pela vulgaridade de verdade que é espalhada e proclamada como “arte”.

Vinte anos depois, voltamos no tempo para pegar uma carona na brasília amarela com roda gaúcha…

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Em 2017 estaremos comemorando o Jubileu de 300 Anos da imagem de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, encontrada no rio Paraíba do Sul por pescadores, em outubro de 1717.

Hoje, o Santuário recebe milhões de devotos todos os dias e os relatos de milagres são incontáveis. A estrutura é gigantesca, superior a 1,3 milhão de metros quadrados, com quase 143 mil m² de área construída e se consolidou como um dos maiores templos marianos do mundo. Você tem acesso à rádio, tv, editora, revistas, aplicativo para celular, portal, loja oficialredes sociais e ainda pode acompanhar o que está acontecendo de qualquer lugar do mundo ao vivo.

O Santuário também promove várias Ações Sociais, você pode conhecê-las aqui e contribuir para que mais pessoas possam ser auxiliadas através da Campanha dos Devotos, criada em 1999 com a finalidade de agregar todos que desejavam fazer parte desta corrente que mantém e amplia a Casa de Aparecida mas não podiam, pela distância ou qualquer outro motivo. Há também a Campanha dos Devotos Mirins voltada para as crianças, com suas revistas e um trabalho educacional exemplar.

Se você deseja também ser um colaborador, pode se cadastrar aqui e fazer sua oferta de qualquer valor de forma anônima ou se tornando um Devoto Cadastrado e recebendo a Revista de Aparecida todos os meses.

Este ano recebemos além da revista, o Calendário Rezando com Maria, lindíssimo:

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Recentemente recebemos o Almanaque do Devoto, com toda história de Aparecida:

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Precisa do auxílio divino e deseja acender uma vela e fazer seu pedido e sua oração? Clique aqui e confie. A fé move montanhas! Ou então que tal relembrar esta postagem e baixar o aplicativo Pocket Terço recomendado também pelo Santuário? Ou ainda dar uma espiada nas Receitas dos Devotos agora e reunir a família em torno da mesa, enh?

Se desejar, você pode ser um Representante e divulgar a campanha entre a família e amigos e assim vai se estendendo e aprimorando o conhecimento dos fiéis e a devoção calorosa à Nossa Senhora, mãe de Jesus.

Visite o Santuário ou dê uma voltinha agora no Santuário Virtual. Creia e seja um ser humano que segue o principal ensinamento de Jesus: ame seus semelhantes, seu planeta, a vida e faça aos outros somente o que deseja à si mesmo.

Volto aqui quando receber uma parcela do Manto Sagrado de Nossa Senhora Aparecida, abençoado todo dia 12 de cada mês e distribuído entre os fiéis devotos participantes da campanha.

Que Nossa Senhora Aparecida sempre nos abençoe!

Um planeta em eterno conflito este nosso, onde os seres humanos evoluem e regridem pagando o preço de seu egoísmo.

Diríamos que “cada um colhe o que planta”, ou que “cada um tem o que merece”, mas a arte de viver e não apenas sobreviver está muito além de julgamentos alheios ou simples explicações momentâneas. Sabemos que cada um carrega suas heranças genéticas, emocionais, religiosas, educacionais e responde ao mundo de maneira própria, normal para alguns, inconcebível para outros, num emaranhado sem fim de opiniões e justificativas, coragem e covardia, tentando continuar simplesmente vivo pelo maior tempo possível.

Este vídeo que circula nas redes sociais expõe esta visão: viver enquanto se pode viver:

No bombardeio diário de informações, pontos de vista que questionam os nossos, acontecimentos trágicos, além de guerras sem fim, procuramos manter o equilíbrio mental, que nem sempre é fácil. Recorrer à religião, medicamentos ou tentar continuamente encontrar sentido para vida acaba nos escravizando ao ponto de termos o efeito contrário, a tal da depressão. Questionada por muitos, condenada por outros, usada como desculpa por alguns e realmente sofrida por milhões, condena à morte precocemente um número muito maior de vidas do que é divulgado e, segundo quem divulga, é melhor não ficar sabendo para não influenciar mais pessoas a tirarem sua própria vida.

É assustador e mais assustador ainda é saber que muitos passam seus dias vendo o mundo pela janela, sem considerarem-se depressivos, mas sem encontrar alegria. Vivem e envelhecem como verdadeiros escravos do mundo moderno. Colecionam coisas, criam filhos com a mesma filosofia do “ter” e partem tendo deixado a lembrança de que trabalharam muito, conquistaram fortunas, mas não gozaram de seus próprios sacrifícios.

Vemos a discórdia ser plantada constantemente e sim, é difícil entender como o sofrimento de outras pessoas ou animais causa prazer para muitos. A luta inglória pelo poder é devastadora.

Acionamos o “modo de defesa” ao invés de vivermos o “modo de cooperação” e criamos ambientes cada vez mais hostis e difíceis.

Alguns não se comprometem com nada e culpam todos os outros pelos problemas do mundo, outros se comprometem e sentem alegria nas pequenas (que são grandes) mudanças que conseguem realizar e desde que temos notícia da existência de seres humanos, continuamos os mesmos.

Será que um dia, evoluiremos de verdade? Viveremos em um planeta sem guerra, fome, corrupção e destruição?

Somos mais de 7 bilhões, passou da hora de sermos melhores uns com os outros para que todos possam ter alegria por estarem vivos. Assista o último vídeo e reflita:

Como comentei no post anterior, ainda havia compras para serem recebidas, embora que, com a perda do poder de compra do real não esteja mais valendo a pena. Há uma tentativa desesperada das lojas em baixarem o valor dos produtos, mesmo assim não encontrei vantagens em continuar comprando no exterior. Vejam as últimas aquisições:
⇐ Esta bolsa de lona é muito bonita, leve e prática mas bem menor do que imaginei. Desta forma não valeu o preço de R$ 21,90 (com impostos), pois vou usá-la raramente.
Não houve taxas alfandegárias, na verdade chegou em um envelope, tão dobrada que seria impossível identificar uma bolsa ali dentro.
⇓ Já a segunda compra superou as expectativas, trata-se de uma Bolsa para Bíblia ou para livros, se assim você desejar. Com o valor total de R$ 43,60 (salgadinho com o dólar bem alto na data do fechamento do meu cartão), chegou sem taxas e muito bem embalada. Pelo que li na embalagem, parece que a “Divinity Boutique” capricha mesmo:

Com os dizeres; “Confiança – Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie em seu próprio entendimento. – Provérbios 3:5”, a bolsa vem com várias divisórias e o local para a Bíblia ou livro separado e com marcador de páginas, é realmente muito linda.

Outras compras na faixa de US$ 1,00 foram: Calculadora Solar Cartão (do tamanho de um cartão de crédito); Estojo Banana (para canetas ou dinheiro); Pochete de Tecido (fina e discreta, muito útil) e Canetas Pílula (você fecha a caneta e ela fica no formato de uma pílula).

Agora é esperar nossa moeda ganhar força novamente e assim, quem sabe, fazer novas comprinhas futuramente.

Aplicativo para Orar

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Aplicativo Pocket Terço une Terços, Liturgia Diária, Orações, Músicas e Intercessão.

Fazia tempo que eu procurava um aplicativo como este que reúne tudo em um só lugar. É prático, simples e gratuito. A variedade de terços, orações e músicas é enorme e, se o orante ainda estiver à procura de outras opções, há pacotes adicionais que podem ser adquiridos por US$ 0,99 cada.

A opção de “Intenção” onde você pode escrever seu pedido pessoal e partilhar para que outros orem por você e da mesma forma você pode interceder pelas intenções dos seus semelhantes é abençoada, faz com que nos sintamos em uma grande corrente de amor e união:

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O site do desenvolvedor você acessa aqui, onde também pode conhecer outros ótimos aplicativos e deixar seus comentários e sugestões. Eu entrei em contato diretamente pelo aplicativo e fui prontamente e carinhosamente atendida em minhas dúvidas. Assista o vídeo e baixe já!

Quem sabe estaremos orando juntos em breve!

Revista Nestlé com Você

A postagem Revista Nestlé – 15 Anos foi uma das mais acessadas neste blog. Nunca imaginei que tanta gente se interessaria em recuperar revistas ou calendários extraviados.

Lamento informar que, para quem deseja imprimir os calendários disponíveis aqui, terá uma decepção. Primeiramente porque são edições antigas, no caso dos calendários já não tem a cor original e por estarem mais claras, não ficarão boas impressas. Tentei escanear pelo método normal, através de impressora, mas desisti ao ver que por fotos ficou com um pouco mais de nitidez, mesmo assim, longe da perfeição. Já as Revistas Você e Maggi ficaram muito boas.

Então estes arquivos são para você que deseja reaver as dicas e receitas mas que só vai imprimir o que realmente for utilizar na hora que utilizar. Há também aqui no blog uma postagem sobre armazenamento em nuvem onde você pode guardar estes e outros arquivos com segurança e consultar quando necessário.

Lembre-se que as revistas Nestlé Com Você estão disponíveis no site oficial. É só fazer o cadastro lá e aproveitar. Quanto aos calendários, pelo que pesquisei, atualmente a Nestlé só disponibiliza para fornecedores de leite, acesse aqui e veja.

♦ Calendários:

  1. Calendário Nestlé 2002
  2. Calendário Nestlé 2003
  3. Calendário Nestlé 2004
  4. Calendário Nestlé 2005
  5. Calendário Nestlé 2006
  6. Calendário Nestlé 2007
  7. Calendário Nestlé 2008
  8. Calendário Nestlé 2009 – Não tenho, se você tiver, compartilhe comigo!
  9. Calendário Nestlé 2010
  10. Calendário Nestlé 2011
  11. Calendário Nestlé 2012

♦ Revistas Você e Maggi:

  1. Você e Maggi 01
  2. Você e Maggi 02
  3. Você e Maggi 03 – Não tenho, se você tiver, compartilhe comigo!
  4. Você e Maggi 04
  5. Você e Maggi 05
  6. Você e Maggi 06
  7. Você e Maggi 07
  8. Você e Maggi 08
  9. Você e Maggi 09
  10. Você e Maggi 10
  11. Você e Maggi 11
  12. Você e Maggi 12
  13. Você e Maggi 13

♦ Artesanto – Crochê

Para quem também gosta de Crochê, há uma postagem aqui no blog com downloads de algumas revistas. Fique à vontade e divirta-se!

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Quem gosta de ler sabe que temos sempre uma fila de livros esperando nosso folhear ansioso para conhecer a história que se encontra naquelas páginas, por enquanto, misteriosa.

Sabe também que, embora tenhamos muitos livros, sempre cabem mais na fila e a vontade de ler nunca acaba.

Além dos livros, há os acessórios: marcadores de páginas, capas, porta-livros, lâmpadas de leitura, marcadores de texto e de linha,  enfim, um “arsenal” que o apaixonado pela leitura acaba por possuir e utilizar muito.

Há várias postagens sobre livros e acessórios aqui no blog, é só clicar ali em cima no topo da página em “Livros” e conferir, mas hoje eu venho falar de uma ideia que está fazendo sucesso: o intercâmbio de livros.

A ideia consiste na troca de livros por correspondência. Você compra um livro ou escolhe um que já possui e envia para uma pessoa, neste caso, indicada por mim. Nesta indicação eu passo as instruções de como você vai receber livros também e numa escala que, por exemplo, se você conseguir seis leitores para entrarem no intercâmbio junto com você, receberá até 36 livros. Você envia 01 e recebe 36, não é o máximo?

Não é nenhuma brincadeira, se todos realmente forem leitores apaixonados e enviarem somente 01 livro, receberão, com apenas 06 novos amigos participando, 36 livros!

Se você tiver interesse, escreva um comentário deixando um e-mail válido e envio para você todos os dados necessários.

Não é possível escolher o livro à ser recebido, o que torna o intercâmbio ainda mais proveitoso já que você pode receber algo inusitado, uma leitura nova e agradável. Caso o livro não seja de seu gosto, troque, doe, até revenda se achar necessário, pois entre tantos livros recebidos, com certeza haverá aqueles que você vai agradecer por ter recebido.

Então corra! Deixe seu comentário e aguarde meu contato!

Boa leitura!

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