Em minha Vigésima Sétima postagem, chegou ao primeiro mês o Jardim Valentina!

Com mais de 450 visitas únicas, uma linguagem simples e direta, escrevendo sobre o que eu penso e/ou tenho conhecimento, comemoro este primeiro mês satisfeita.

Poucos são os que me acompanham desde o Jardim Valentina, colocado no ar em 11 de fevereiro de 2005 e é incrível como este “mundo virtual” sofre alterações constantes e muitas vezes, nos deixa descolocados.

As redes sociais dominam como nunca antes. O Orkut mesmo com seus milhões de usuários não teve a força que tem hoje o Facebook; o Twitter foi uma verdadeira revolução quando surgiu como “publicações de micro blogs” e outras redes sociais não tão famosas também agregam milhões que não só cadastram-se, mas verdadeiramente utilizam os serviços diariamente e até, freneticamente em alguns casos.

E o que nos espera? E no que conseguiremos ir ainda mais longe? E como será daqui há 10 anos?

Sinceramente, respeitando a liberdade que cada um tem, acho deselegante e de muito mal gosto utilizar as redes sociais em bares, festas e danceterias. Vê-se a placa “Wi-Fi” exposta  para que todos os “fanáticos” possam acessar livremente, mas o que você está fazendo ali se quer ficar na rede?

Já imaginaram daqui uns anos, quando a tecnologia deve colocar mesmo um chip dentro de nosso cérebro, como será infernal o fanatismo pela tecnologia?

Fanatismo sim, vício, falta de educação e de amor próprio, assim classifico os que deixam de viver suas vidas “reais” para viver muita vezes, uma vida de “ilusão virtual”. Nada em excesso é bom, “acessar” a tecnologia 24 horas por dia também não.

Tome cuidado, fique “off-line”, aproveite sua juventude, sua família, seus amigos porque a tecnologia sempre vai avançar e você vai acabar ultrapassado e no seu caso, não é só trocar de dispositivo, não há troca para a vida que passou, para as pessoas que foram embora, para os momentos que você não aproveitou porque tinha que verificar a “atualização” de alguma “rede social” que te deixou antissocial sem você nem perceber.

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