O Sinal

A maioria de nós cresce dentro de alguma crença religiosa. Amparados por nossos pais, desde muito cedo nos são contadas as histórias bíblicas, nos levam para as igrejas e seguimos um padrão de sacramentos condizentes com elas.

Já foi aceito que o ser humano precisa ter fé em algo, todas as sociedades que habitaram este planeta tiveram seus rituais, suas crenças, seguiram padrões associados sempre a deuses, deusas ou forças maiores. Alguns se extinguiram na atualidade, enquanto outros ganharam força e em conformidade com várias pesquisas, até os chamados ateus, contrários a todos os padrões e que afirmam não crer em nada, no fundo, seguem algum “nível de postura” descendente de alguma religião.

Na atualidade não há ninguém historicamente maior e mais creditado que Jesus Cristo e seus seguidores, cristãos divididos em muitas religiões, seitas ou simples crenças pessoais perpetuam sua história de vida, de milagres, de descendência divina.

E a fé conduz multidões, fortalece relações, dá alento ao cotidiano difícil de muitos. Em alguns casos, infelizmente, temos o fanatismo que acaba destruindo em nome de “algo maior”. Sabemos que humanos cometem exageros, em alguns casos nada raros são preconceituosos e extremamente difíceis de aceitar o outro como é, suas escolhas, suas crenças e por essa falta de tolerância temos os conflitos e guerras. Infelizmente é assim, desde muitos milhares de anos.

Lançado recentemente, o livro “O Sinal – O Santo Sudário e o Segredo da Ressurreição” do historiador de arte britânico Thomas de Wesselow, publicado pela Editora Paralela/Companhia das Letras e amplamente divulgado em revistas de renome como a Veja (Editora Abril) e programas televisivos como o Fantástico (Rede Globo), vem trazendo além de uma nova visão sobre a origem do cristianismo, um apanhado histórico fascinante.

Apoiado em ampla pesquisa histórica, cientifica e relatando as visões religiosas, o livro traz uma infinidade de informações para quem, cristão ou não, gostaria de sentir-se nos “tempos de Cristo”, vivendo àquela época com detalhes precisos e geralmente omitidos atualmente.

Particularmente eu, amante da leitura, considero este um dos melhores livros que já li. Sou cristã católica com grande devoção em Nossa Senhora, Mãe de Jesus e ler sobre os fatos, os costumes e tudo que se seguiu na história até aqui, no meu caso, reforça minha fé mesmo contrariando alguns ensinamentos doutrinários. Por tratar-se de um livro que não tem por objetivo apoiar ou contrariar religiões estabelecidas e apresenta sua visão sem impor que seja absorvida como verdade absoluta, apenas respaldando-se historicamente com seriedade, é leitura agradável e de fácil entendimento.

Esta é minha indicação de hoje, para quem quiser adquirir conhecimento histórico do maior homem da história.

E assim como sabiamente já foi dito:
“A força mais potente do universo? – A fé.”

(Madre Teresa de Calcutá)

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Um pensamento sobre “O Sinal

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