Comentário do Dia

Segunda Guerra Mundial

Com o tempo, e só com o tempo, como William Shakespeare, eu consegui entender:
“Não importa quanto eu me importe, tem quem simplesmente não se importe.”
Quando você pedir minha opinião, eu vou continuar afirmando que para mim BBB, Funk, Direitos Humanos para Bandidos (nos moldes brasileiros), Maus Tratos aos Animais, Falta de Educação no Trânsito, Lixo na Rua, PT (ou melhor, uma corja de siglas aliadas) na Presidência, Fanatismo por Time de Futebol, Partido Político ou Religião e muitas outras coisas continuam mostrando o quanto somos idiotas.
Mas então alguém vai se ofender, alguém vai defender tal ponto, alguém vai querer justificar por isso e mais aquilo que eu estou errada e uma inimizade surge simplesmente porque pensamos diferentes.
Aprendi que não vale a pena;
Aprendi também que você não vai mudar minha opinião e nem eu vou mudar a sua;
Aprendi que só quebrando a cara a gente muda mas que pouca gente que quebra a cara tem coragem de assumir que errou e mudar;
Aprendi que eu vou continuar aprendendo todos os dias e que tenho coragem para assumir que errei e que o orgulho destrói amargamente e definitivamente muitas e muitas vezes;
Aprendi que o que me faz feliz tem mais valor e que eu não posso deixar que a inveja alheia destrua o que tem valor para mim;
Aprendi que o que é verdadeiro, sempre aparece, independente da minha passividade ou do meu esforço pró ou contra.
Quando assisto aos jornais continuo me assustando, continuo achando que regredimos amargamente e continuo sendo à favor do controle de natalidade (mas não do aborto) e continuo enxergando como as pessoas são manipuladas facilmente sem perceber, seja pelo comércio, pela política ou principalmente, pelo próprio egoísmo;
Continuo escrevendo e tem quem continua copiando sem mencionar a autoria e isto acontece desde os tempos do ensino fundamental;
Continuo tendo fé, apesar de tudo e principalmente porque consegui me manter humilde o suficiente para entender que sou só um grão de areia num universo imenso que não necessita de mim, mas que meu deu o privilégio de estar aqui.
Por fim, cheguei a conclusão que os bons são poucos, egoístas, desunidos e covardes.
A leitura me fez entender que em grandes crises e guerras, os bons aceitaram passivamente o mau tomar conta e morreram (e morrem) em centros de concentração espalhados por todos os cantos do mundo por não acreditarem que a união organizada vale a pena.
Enquanto o mal se organiza, toma força e domina, o bem prefere curar feridas, chorar pelas perdas, reclamar pelas injustiças, mas não tem coragem de enfrentar o mal de frente e evitar muitos sofrimentos.
Enquanto “Hitlers” atuais dominam as massas e organizam um exército de terror, os bons sentam no sofá e não saem da zona de conforto e isto não vai mudar, pois os bons morrem inocentemente desde que o mundo é mundo, por covardia, desunião, egoísmo.
E o que eu vou fazer?
Me considerar do bem, me unir ao grupo dos egoístas, desunidos e covardes e ficar assistindo tudo que eu sozinha não posso mudar e é o que a grande maioria que também se considera do bem vai continuar fazendo também, por todos os séculos dos séculos.

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