Arquivo | fevereiro 2016

Mamonas Assassinas

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Eles eram considerados loucos até por nós mesmos, mas nós também eramos considerados loucos por muitos.

Os comentários de alguns eram críticas e chegaram a afirmar que o acidentes aéreo que vitimou toda banda naquele trágico 02 de março de 1996, era um castigo por fazerem música vulgar (cômica, eu diria) e por brincar com assuntos sérios.

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A gente ouvia assim, “na fita”. Eu tinha 15 anos e nos sete fugazes meses de sucesso nacional dos Mamonas Assassinas, pulei muito (afinal, não podia se chamar de dança) suas músicas animadas, cantei muito no colégio e todos se divertiram.

Sim, nós estávamos na fase certa para curtir a rebeldia de algo diferente, inusitado, que por isso chocava uns e agradava muitos.

A foto, como diz a legenda “batida à máquina de escrever”, foi de um show em um município próximo. Não fui, não tinhas condições financeiras e nem a “turma” para gastar dinheiro com show dos caras que não agradavam muitos nossos pais. Ficou a foto de quatro dos cinco integrantes que visitaram o local da apresentação para fazerem o “reconhecimento”.

Hoje se poderia dizer que estavam mais perto dos anjos do que dos demônios, que faziam era rir e divertir um povo que estava traumatizado pela perda de Ayrton Senna e num momento econômico de transição e início de estabilização.

Uma rede de tv trouxe emoção e saudade neste mês de fevereiro ao lembrar não somente deles, mas daquele tempo, daqueles sentimentos, dos inesquecíveis anos 90 e suas tantas histórias, revelações e perdas.

Se hoje tivéssemos mais Mamonas Assassinas talvez o mundo, já que eles alcançaram sucesso fora do país, seria mais cômico e conservaríamos um pouco daquela alegria que hoje parece tão distante e esquecida, soterrada pela vulgaridade de verdade que é espalhada e proclamada como “arte”.

Vinte anos depois, voltamos no tempo para pegar uma carona na brasília amarela com roda gaúcha…

Campanha dos Devotos de Nossa Senhora Aparecida

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Em 2017 estaremos comemorando o Jubileu de 300 Anos da imagem de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, encontrada no rio Paraíba do Sul por pescadores, em outubro de 1717.

Hoje, o Santuário recebe milhões de devotos todos os dias e os relatos de milagres são incontáveis. A estrutura é gigantesca, superior a 1,3 milhão de metros quadrados, com quase 143 mil m² de área construída e se consolidou como um dos maiores templos marianos do mundo. Você tem acesso à rádio, tv, editora, revistas, aplicativo para celular, portal, loja oficialredes sociais e ainda pode acompanhar o que está acontecendo de qualquer lugar do mundo ao vivo.

O Santuário também promove várias Ações Sociais, você pode conhecê-las aqui e contribuir para que mais pessoas possam ser auxiliadas através da Campanha dos Devotos, criada em 1999 com a finalidade de agregar todos que desejavam fazer parte desta corrente que mantém e amplia a Casa de Aparecida mas não podiam, pela distância ou qualquer outro motivo. Há também a Campanha dos Devotos Mirins voltada para as crianças, com suas revistas e um trabalho educacional exemplar.

Se você deseja também ser um colaborador, pode se cadastrar aqui e fazer sua oferta de qualquer valor de forma anônima ou se tornando um Devoto Cadastrado e recebendo a Revista de Aparecida todos os meses.

Este ano recebemos além da revista, o Calendário Rezando com Maria, lindíssimo:

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Recentemente recebemos o Almanaque do Devoto, com toda história de Aparecida:

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Precisa do auxílio divino e deseja acender uma vela e fazer seu pedido e sua oração? Clique aqui e confie. A fé move montanhas! Ou então que tal relembrar esta postagem e baixar o aplicativo Pocket Terço recomendado também pelo Santuário? Ou ainda dar uma espiada nas Receitas dos Devotos agora e reunir a família em torno da mesa, enh?

Se desejar, você pode ser um Representante e divulgar a campanha entre a família e amigos e assim vai se estendendo e aprimorando o conhecimento dos fiéis e a devoção calorosa à Nossa Senhora, mãe de Jesus.

Visite o Santuário ou dê uma voltinha agora no Santuário Virtual. Creia e seja um ser humano que segue o principal ensinamento de Jesus: ame seus semelhantes, seu planeta, a vida e faça aos outros somente o que deseja à si mesmo.

Recebi uma parcela do Manto Sagrado de Nossa Senhora Aparecida, abençoado todo dia 12 de cada mês e distribuído entre os fiéis devotos participantes da campanha:

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E ainda havia mais uma grande emoção: na edição do mês do meu aniversário, estou na revista, página 6, em “Espaço do Leitor”:

Que Nossa Senhora Aparecida sempre nos abençoe!

A Difícil Arte de Viver

Um planeta em eterno conflito este nosso, onde os seres humanos evoluem e regridem pagando o preço de seu egoísmo.

Diríamos que “cada um colhe o que planta”, ou que “cada um tem o que merece”, mas a arte de viver e não apenas sobreviver está muito além de julgamentos alheios ou simples explicações momentâneas. Sabemos que cada um carrega suas heranças genéticas, emocionais, religiosas, educacionais e responde ao mundo de maneira própria, normal para alguns, inconcebível para outros, num emaranhado sem fim de opiniões e justificativas, coragem e covardia, tentando continuar simplesmente vivo pelo maior tempo possível.

Este vídeo que circula nas redes sociais expõe esta visão: viver enquanto se pode viver:

No bombardeio diário de informações, pontos de vista que questionam os nossos, acontecimentos trágicos, além de guerras sem fim, procuramos manter o equilíbrio mental, que nem sempre é fácil. Recorrer à religião, medicamentos ou tentar continuamente encontrar sentido para vida acaba nos escravizando ao ponto de termos o efeito contrário, a tal da depressão. Questionada por muitos, condenada por outros, usada como desculpa por alguns e realmente sofrida por milhões, condena à morte precocemente um número muito maior de vidas do que é divulgado e, segundo quem divulga, é melhor não ficar sabendo para não influenciar mais pessoas a tirarem sua própria vida.

É assustador e mais assustador ainda é saber que muitos passam seus dias vendo o mundo pela janela, sem considerarem-se depressivos, mas sem encontrar alegria. Vivem e envelhecem como verdadeiros escravos do mundo moderno. Colecionam coisas, criam filhos com a mesma filosofia do “ter” e partem tendo deixado a lembrança de que trabalharam muito, conquistaram fortunas, mas não gozaram de seus próprios sacrifícios.

Vemos a discórdia ser plantada constantemente e sim, é difícil entender como o sofrimento de outras pessoas ou animais causa prazer para muitos. A luta inglória pelo poder é devastadora.

Acionamos o “modo de defesa” ao invés de vivermos o “modo de cooperação” e criamos ambientes cada vez mais hostis e difíceis.

Alguns não se comprometem com nada e culpam todos os outros pelos problemas do mundo, outros se comprometem e sentem alegria nas pequenas (que são grandes) mudanças que conseguem realizar e desde que temos notícia da existência de seres humanos, continuamos os mesmos.

Será que um dia, evoluiremos de verdade? Viveremos em um planeta sem guerra, fome, corrupção e destruição?

Somos mais de 7 bilhões, passou da hora de sermos melhores uns com os outros para que todos possam ter alegria por estarem vivos. Assista o último vídeo e reflita: