Um planeta em eterno conflito este nosso, onde os seres humanos evoluem e regridem pagando o preço de seu egoísmo.

Diríamos que “cada um colhe o que planta”, ou que “cada um tem o que merece”, mas a arte de viver e não apenas sobreviver está muito além de julgamentos alheios ou simples explicações momentâneas. Sabemos que cada um carrega suas heranças genéticas, emocionais, religiosas, educacionais e responde ao mundo de maneira própria, normal para alguns, inconcebível para outros, num emaranhado sem fim de opiniões e justificativas, coragem e covardia, tentando continuar simplesmente vivo pelo maior tempo possível.

Este vídeo que circula nas redes sociais expõe esta visão: viver enquanto se pode viver:

No bombardeio diário de informações, pontos de vista que questionam os nossos, acontecimentos trágicos, além de guerras sem fim, procuramos manter o equilíbrio mental, que nem sempre é fácil. Recorrer à religião, medicamentos ou tentar continuamente encontrar sentido para vida acaba nos escravizando ao ponto de termos o efeito contrário, a tal da depressão. Questionada por muitos, condenada por outros, usada como desculpa por alguns e realmente sofrida por milhões, condena à morte precocemente um número muito maior de vidas do que é divulgado e, segundo quem divulga, é melhor não ficar sabendo para não influenciar mais pessoas a tirarem sua própria vida.

É assustador e mais assustador ainda é saber que muitos passam seus dias vendo o mundo pela janela, sem considerarem-se depressivos, mas sem encontrar alegria. Vivem e envelhecem como verdadeiros escravos do mundo moderno. Colecionam coisas, criam filhos com a mesma filosofia do “ter” e partem tendo deixado a lembrança de que trabalharam muito, conquistaram fortunas, mas não gozaram de seus próprios sacrifícios.

Vemos a discórdia ser plantada constantemente e sim, é difícil entender como o sofrimento de outras pessoas ou animais causa prazer para muitos. A luta inglória pelo poder é devastadora.

Acionamos o “modo de defesa” ao invés de vivermos o “modo de cooperação” e criamos ambientes cada vez mais hostis e difíceis.

Alguns não se comprometem com nada e culpam todos os outros pelos problemas do mundo, outros se comprometem e sentem alegria nas pequenas (que são grandes) mudanças que conseguem realizar e desde que temos notícia da existência de seres humanos, continuamos os mesmos.

Será que um dia, evoluiremos de verdade? Viveremos em um planeta sem guerra, fome, corrupção e destruição?

Somos mais de 7 bilhões, passou da hora de sermos melhores uns com os outros para que todos possam ter alegria por estarem vivos. Assista o último vídeo e reflita:

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