Arquivo | agosto 2016

Dia do Blog

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31 de Agosto – Dia do Blog

Segundo o dicionário, Blogs são páginas da internet onde regularmente são publicados diversos conteúdos, como textos, imagens, músicas ou vídeos, tanto podendo ser dedicados a um assunto específico como ser de âmbito bastante geral. Podem ser mantidos por uma ou várias pessoas e têm normalmente espaço para comentários dos seus leitores. Blogueiro é o nome dado a quem publica num blog e blogosfera é o conjunto de blogs.

Embora o Dia do Blogueiro seja outro – e não entendo porque separar a criação do criador – a razão para um blog existir pode variar de autor para autor: há os que ganham a vida com seus blogs, há blogs de empresas, artistas ou marcas e blogs como o meu, que são um resultado da vontade de expressar-se com a de divulgar artigos interessantes que, de alguma forma, facilite ou agregue valor ao dia-a-dia das pessoas.

Gostaria de ser jornalista. Desde criança brincava sentada no chão atrás de um banco com alguns papéis simulando notícias (e que eram acontecimentos da escola) imaginando estar na bancada do Jornal Nacional.

Jornalismo de bancada como de Sérgio Chapelin e William Bonner sempre me fascinaram tanto quanto o jornalismo de reportagem, Glória Maria e Rodrigo Alvarez são exemplos, entre tantos outros muito competentes, do quanto é bom assistir jornalismo bem feito, informativo, que entretêm, enriquece e cativa.

Então talvez este seja o meu motivo para ter um blog: uma forma modesta de informar, de opinar e de ter um espaço positivo no cotidiano das pessoas.

Cada visita é importante, cada comentário incentiva e cada assunto exposto fez parte da minha vida, por isso a vontade de compartilhar.

Pode-se dizer, que há uma reflexão pessoal ao reler postagens antigas e perceber como aprendemos um pouco mais em cada dia e podemos melhorar sempre.

Parabéns aos autores dos milhões de Blogs que povoam este imenso universo virtual e que contribuem para melhorar a vida real dos bilhões de habitantes de nosso planeta.

Até a próxima postagem!

História Do Futuro

Um livro digno de virar leitura obrigatória para todo brasileiro.

Esta á a melhor definição para o livro de Míriam Leitão – História do Futuro. Como nenhum outro que eu tenha lido, ele procurou unir passado, presente e futuro possível, explicar o que fomos, somos e podemos ser com o que temos em nossas mãos.

Desde o paraíso que recebemos por herança e que continuamos degradando ou nos eximindo de nossas responsabilidades; os habitantes: quantos fomos, somos e seremos; nossa educação que necessita tanta atenção e investimento; nossa economia; nosso preconceito; nossa aposentadoria; os desafios da saúde pública; as fontes de energia, a forte agricultura; as fronteiras e o Brasil no mundo e para o mundo.

Todos os detalhes estatísticos sobre nós mesmos com riqueza de detalhes, de números que comprovam, algumas vezes, o oposto do que nos fazem acreditar; entrevistas com quem realmente entende e com quem a gente não entende ou não quer entender, como os índios, por exemplo.

Trabalho muito bem executado e expresso em uma obra dinâmica, direta, sem perder o foco do que realmente interessa a nós todos. Acreditem, o Brasil tem jeito, mas não há milagre, depende de cada um fazendo a sua parte e esta parte vai mais além do que pensamos.

Confira a sinopse:

“História do Futuro é um grandioso livro de reportagem em que a jornalista Míriam Leitão mapeia o território do que está por vir com base em entrevistas, viagens, análises de dados e depoimentos de especialistas, depois de três anos de pesquisas.
Ela aponta tendências que não podem ser ignoradas em áreas como meio ambiente e clima, demografia, educação, economia, política, saúde, energia, agricultura, tecnologia, cidades e mundo. E adianta que o futuro será implacável para os países que não se prepararem para ele.
Leitura obrigatória para quem deseja conhecer em profundidade as perspectivas para o país. Em linguagem acessível, a autora apresenta o resultado de suas extensas investigações sobre o que está por vir, alternando dados com histórias de interesse humano que ilustram as tendências para o futuro.
A autora é a uma jornalista das mais premiadas do país, tendo conquistado o prêmio Jabuti de Não Ficção em 2012. Já recebeu os prêmios Jornalismo para Tolerância, Jornalismo Econômico, concedido pela Ordem dos Economistas do Brasil, e o Prêmio Esso de Informação Científica, Tecnológica ou Ambiental.”

Árvore Genealógica

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Quem nunca ficou imaginando qual seriam suas raízes? Onde seus antepassados nasceram, viveram e findaram suas vidas? Quais as famílias que compuseram o emaranhado de sobrenomes até você? Quais os idiomas que já passaram pelas gerações de seu sangue?

Há pouco tempo também quis saber muito além de algumas histórias contadas por um parente ou outro, mais do que os nomes dos pais e avós, mais, muito mais e por isso iniciei a construção de uma Árvore Genealógica.

Com o auxílio de alguns parentes consegui alguma documentação, fotos e dados. Cada descoberta é um misto de surpresa e alegria, satisfação e agradecimento. A sensação é de renascimento, como se os simples nomes fossem um abraço naqueles que nunca conheci e de repente, passaram a fazer parte de minha vida.

O site MyHeritage é um grande amigo para montagem da árvore. Muito organizado, simples, dinâmico e com opções de aplicativos e gráficos, faz com que você fique cada vez mais curioso para descobrir sobre as gerações de sua família. O sistema conta com uma central de busca que cruza as informações e assim, se alguém já incluiu algo em sua árvore, é possível visualizar a semelhança e possível parentesco. Claro que as melhores funções estão na versão paga e inacessíveis, o que nos deixa desapontados. Muitos dados poderiam ser obtidos mais facilmente pagando por eles.

Outro site especializado em árvores genealógicas é  o FamilySearch onde eu também fiz o cadastro de todos os dados que tenho, na procura do que ainda não tenho, além disso, este site possui um grande arquivo de registros civis e religiosos para consulta gratuita. Tempo, empenho, paciência e você poderá encontrar dados incríveis.

É fato que ainda faltam muitos dados, muitas pessoas. Entrei em contato com vários sites de imigração, perfis com sobrenomes idênticos para encontrar algum parentesco e por fim fiz esta postagem.

Se você tiver qualquer dado sobre os nomes abaixo (mesmo que a grafia seja um pouco diferente, pois não encontrei outros documentos para analisar se estão escritos corretamente), entre em contato comigo:

“Wladislaus Michalak e Anna Ottenbreit Michalak (casados)”
“Francisco Lubawski e Juliana “Wilochinski (se pressupõe este sobrenome)” Lubawski (casados)”

Em meus arquivos guardo algumas fotos antigas e se houver algum familiar interessado, é só entrar em contato. Tenho também neste link a Lista de Imigrantes do Arquivo Histórico de Joinville.

Se você for se aventurar no passado, desejo que seja feliz nas suas descobertas e possa encontrar todos que procura. Tenha certeza que é uma grande satisfação, além de preservar dados para gerações futuras que podem ter a mesma curiosidade ou necessidade.

Acesse as categorias Árvore Genealógica e MyHeritage para mais postagens!

Por Que Junto Latinhas?

latinhas

As pessoas me perguntam por que ou para que junto as latinhas vazias por onde encontro e sempre lhes parece inconcebível tal atitude.

Pois bem, venho explicar porque junto e posteriormente vendo todas elas.

Desde novembro do ano passado até o dia de hoje, consegui R$ 103,60 com a venda das latinhas. Não fico pelas ruas “catando”, mas sempre que uma está no caminho ou um colega/vizinho quer doá-las, eu aceito.

O valor que arrecado é utilizado para comprar ração para cães abandonados que estão acolhidos em dois endereços. Hoje são pelo menos 15 cães das mais diversas raças (ou nenhuma raça) e tamanhos que, abandonados à própria sorte nas ruas do interior da cidade, acolhemos e alimentamos.

cuidar de animais

Digo “acolhemos” no plural porque a iniciativa é minha, de minha mãe e de um tio. Logicamente não é possível alimentar os cães com o valor que é arrecadado e desta forma, “patrocinamos” do próprio bolso a alimentação dos mesmos.

Não recolhemos cães, ou seja, não vamos atrás de pessoas que queiram desfazer-se de seus animais, nós acolhemos os que perdidos ou sedentos de fome, nos imploram ajuda.

Nossa principal dificuldade está com as fêmeas. A castração seria o melhor caminho, mas se torna muito caro e por vezes nos vemos com novos filhotes que tentamos doar ou que sobem o número de alimentados.

Este foi o motivo que considerei para fazer o recolhimento e venda das latinhas. É algo honesto, fácil e que modestamente ameniza nossos gastos.

Atitudes como esta se multiplicam pelo Brasil, país onde a falta de educação e impunidade andam de mãos dadas, dificultando políticas de proteção aos animais, punição à crueldade e irresponsabilidade de pessoas inconscientes de seu papel no ambiente em que vivem.

Vemos melhoras e cada melhora é uma vitória. Sempre recordo desta história quando um cão agradece abanando seu rabinho:

“Era uma vez um escritor que morava em uma praia tranquila, próximo à uma colônia de pescadores.
Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar e, a tarde, ficava em casa escrevendo.
Certo dia, caminhando pela praia, viu um vulto ao longe que parecia dançar.
Ao chegar perto, reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia, para, uma a uma, jogá-las de volta ao oceano, para além de onde as ondas quebravam.
– Por que você está fazendo isto? – perguntou o escritor.
– Você não vê? – explicou o jovem, que alegremente continuava a apanhar e jogar as estrelas ao mar.
– A maré está vazando e o sol está brilhando forte… elas irão ressecar e morrer se ficarem aqui na areia. – o jovem completou.
O escritor espantou-se com a resposta e disse com paciência:
– Meu jovem, existem milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Você joga algumas poucas de volta ao oceano, mas a maioria vai perecer de qualquer jeito. De que adianta tanto esforço, não vai fazer diferença?
O jovem se abaixou e apanhou mais uma estrela na praia, sorriu para o escritor e disse:
Para esta aqui faz! – e jogou-a de volta ao mar.”