Arquivo | setembro 2016

Receitas e Curiosidades da Banana, A Fruta Mais Amada do Brasil

 Este é meu pequeno livro de receitas, dicas e curiosidades da Banana, esta fruta deliciosa e tão presente na vida dos brasileiros e do mundo inteiro.

O livro traz receitas de doces e salgados para que você aproveite ainda mais todo sabor e nutrientes da banana. Além disso há dicas e curiosidades para que você conheça melhor alguns dos benefícios da fruta in natura, da polpa, da casca e da farinha.

Editado de forma simples e direta, tenho certeza que você, sua família e amigos vão aproveitar muito.

Lembrando que ele está disponível no formato e-book, desta forma você pode ler no computador, no celular, tablet ou Kindle.

Você também pode editar e lançar seu próprio livro, escrevi sobre isto aqui.

Clique na capa no início desta postagem ou aqui e bom apetite!

Guaramirim, Sua Linda!

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É impossível dimensionar o amor que tenho por este lugar. Se é verdade que criamos raízes, então ao nascer minhas raízes cravaram-se forte neste município que sempre foi minha casa, meu chão, meu espaço no mundo.

Estou vivenciando e analisando o quanto cresce, o quanto muda e o quanto necessita de atenção, carinho, empenho e trabalho sério, responsável, digno e honesto.

Novamente às vésperas de mais uma eleição e já tendo vivido alegrias e decepções ao longo de mais de três décadas, deixei meu pedido em uma rede social e o transcrevo nesta postagem, com a esperança que daqui quatro anos eu possa reler e ver que as coisas mudaram para melhor:

“Senhores e Senhoras candidatos e candidatas aos cargos de prefeito (a) e vereadores no município de Guaramirim,

Neste pleito não apoiei publicamente ninguém e sinceramente ainda estou lendo os projetos de trabalho de suas candidaturas, mas peço, encarecidamente, que olhem além do pleito de quatro anos.
Não vou listar o que o município precisa e não estou aqui para criticar ou exaltar ninguém, mas é preciso com urgência que se olhe este município com olhos de futuro e não de “tapa buraco”.

Vocês já ouviram um ditado que diz “quem tem terra, nunca erra?”, pois é, cadê as áreas públicas de Guaramirim?

Vocês já fizeram as contas de quanto se gasta alugando um lugarzinho aqui, outro ali, adaptando, reformando e trocando de lugar setores que funcionam espalhados sob o “chão privado”?

Até agora eu não li em nenhum programa alguém que tenha a pretensão (e a cumpra) de comprar um terreno público, planejar um bom prédio que seja útil pelo menos pelos próximos 20 anos e colocar tudo lá para funcionar adequadamente, sem remendos, sem aluguel, sem trocas de lugar e com o mínimo de comodidade que o povo merece.

Façam as contas de quanto se gasta com alugueis e remendos no que é dos outros e tenho certeza que sim, é possível, como grande arrecadador que este município é, construir algo público, adequado, moderno e descente como Guaramirim merece.

Outro ponto é o de sempre, parecemos um bairro abandonado de Jaraguá do Sul, sabem por quê?

Porque não temos identidade, não temos uma cultura nossa! Cadê nossa festa típica? Cadê nosso museu?

Sim, todos os municípios vizinhos tem sua própria cultura e nós, por que não temos?

Há outras prioridades? Há. E por que por uma coisa temos que abrir mão de outra? Não temos competência para tudo?

Temos, temos sim, mas tem que se ter uma visão de longo prazo, de futuro, muito além de 4 anos.

Precisamos sim de um lugar público para eventos e este local só vai dar prejuízo se for mal administrado, do contrário, outros municípios não teriam até mais que um.

Por que não há uma área arborizada de lazer nos bairros e em terreno público para os moradores? Porque não há terreno público nos bairros…já passou do tempo de consertar isso.

Guaramirim é um dos únicos lugares onde as entidades, associações de moradores, pais, agricultores, esportistas e afins são vistas quase como inimigas do setor público quando são, na verdade, grandes parceiras que merecem apoio, reconhecimento e trabalho conjunto. Nos outros municípios se vê entidades com 20, 30, 40 anos, sempre trabalhando em parceria, enquanto aqui, minguam ou morrem prematuramente.

E se é para falar de “terra pública”, vamos pegar um exemplo onde é possível fazer muito melhor: o posto de saúde do centro já deveria ser um prédio faz muito tempo, deveria ter atendimento especializado 24 horas, setores bem distribuídos, atendimento de ponta, por que ainda não é?

É preciso mais cuidado com as construções irregulares. Será que é tão difícil investir mais e melhor no setor de fiscalização?

Senhores e Senhoras, “tapem os buracos” urgentes e façam o que realmente é necessário, útil e duradouro.

Um pleito tem que dar continuidade em grandes projetos que o anterior começar, nós povo e vocês, candidatos, vivemos no mesmo ambiente.

É para nós mesmos que temos que pensar melhor, projetar melhor, investir melhor e construir um lugar melhor e digno.

Dá trabalho? Sim, é para trabalhar pelo bem comum que nós que pagamos e vocês que administram estamos aqui.

Obrigada.”

Postagem em 12/09/2016 – https://www.facebook.com/tinaventuri1980/posts/852049594931541

Eu Sei, Mas Não Devia

Aplicativos iPad

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez paga mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.

A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.

Marina Colasanti

MEI – Microempreendedor Individual

Hoje venho apresentar para vocês, Luiz Fernando Ehmke. Catarinense de Schroeder, 30 anos, graduado em Ciências Contábeis, pós graduado em Gestão Financeira e Custos, cursando Tecnologia em Gestão Financeira, todos na Uniasselvi – Centro Universitário Leonardo da Vinci, pólo de Guaramirim, SC.

Analista em contabilidade na Empresa AM Contabilidade, atua como vice-coordenador e coordenador financeiro do núcleo de jovens empreendedores da ACIAS (Associação Comercial, Industrial e Agrícola do município de Schroeder, SC), sócio proprietário da empresa Cantinho da Sedução e, juntamente com Fabrício Ronchi, fundadores do Portal INMEI.

O livro nasceu quando o autor começou a observar que poucos empreendedores tinham acesso à informação de forma fácil e barata e visualizando que a mídia pregava que o “MEI” não precisa de contabilidade. Na concepção do autor,  o MEI pode não precisar de contabilidade fiscal, mas a gerencial e financeira sim e a contabilidade poderá auxiliar seja de forma direta ou indireta na gestão da empresa.

A obra trouxe exemplos práticos que ele mesmo utilizou em sua empresa e que considerou interessante compartilhar com os demais microempresários. Uma grande parcela dos MEIs não conhecem e acabam sendo pegos de surpresas quanto a parte “burocrática” e operacional da empresa.

Com origens na vertente do associativismo, demonstrou a importância das entidades de classe para o pequeno, pois unidos podem pleitear mais avanços e consequentemente melhorias.

Considerou de suma importância trazer um tópico que trata do Facebook como uma ferramenta de marketing, pois no mundo atual há quem o utilize de forma errônea e equivocada e deixa de explorar esta maravilhosa ferramenta de marketing gratuito oferecido por esta e todas as redes sociais.

Este livro foi desenvolvido quando o autor estava em tratamento de saúde sob internação hospitalar e, aproveitando este tempo,  refletiu e organizou as ideias tirando o foco da doença e produzindo mais um projeto no qual vinha trabalhando há aproximadamente cinco anos. Na obra conseguiu dimensionar aos principais gargalos e dificuldades encontradas pelos MEIs.

Dicionário do Microempreendedor Individual- MEI: Teoria e Prática (Manual do Microempreendedor Individual – Livro 1), recém-lançado, vem para traduzir os principais pontos deste perfil de empresário de forma simples, elencar os direitos e obrigações e elucidar as vantagens, oportunizando dicas para se tornar um Microempreendedor Individual (MEI) de sucesso.

Com o conhecimento de quem se dedica à área, o livro oportuniza garantir a confiabilidade das informações lançadas pela microempresa, transformando-as em relatórios gerenciais baseados nos princípios fundamentais da contabilidade, paramentos e justificativas de que o Microempreendedor Individual (MEI) possa dispor de uma contabilidade mais simples.

Utilizou-se como referência a Instrução Técnica Geral (ITG) 1000, onde houve uma adaptação do Plano de Contas e Demonstração do Resultado do Exercício – (DRE) disponibilizado no livro.

Agregando ainda mais praticidade, o livro disponibiliza links para buscar a implantação de sistemas de gestão, ótimas ferramentas pouco exploradas ou até inexploradas que requerem baixo investimento e que pouco divulgadas, não chegam ao conhecimento do Microempreendedor.

Vale ressaltar que este livro é baseado em valores hipotéticos e mutáveis conforme alteração temporal, pois podemos sofrer alterações nas leis que vem sempre buscando readequar ou elucidar alguma interpretação falha por meio de sua publicação, porém, até o presente momento, não foram observadas mudanças na essência e/ou forma da aplicação.

Da legislação vigente ao Microempreendedor individual (MEI) foram extraídos os principais pontos, ou seja, os de maior interesse aos mesmos, tendo como  foco a criação de modelos contábeis para utilização na gestão de seus negócios e/ou implantação de um software automatizando a gestão, objetivando garantir  informação de qualidade de forma simples e rápida.

Através do livro, o Microempreendedor Individual (MEI) terá acesso às informações de suma importância, desde os conceitos de contabilidade e administração passando por suas ramificações, possibilitando assim a junção e criação de relatórios que utilizados na rotina administrativa da empresa pode transformar-se em um manual a ser seguido e um completo controle financeiro da empresa.

Para você que já é, ou está pretendendo ser mais um Microempreendedor que agiganta nosso país, aproveite a oportunidade, adquira ainda mais conhecimento e siga em frente pelo caminho do sucesso!