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Dia do Estudante

Caderno

Saudades talvez ou uma reflexão, a foto é do meu primeiro caderno em sala de aula e naquele longínquo 1987 se chamava a 1ª Série do 1º Grau.

Não frequentei o pré-escolar, fui alfabetizada em casa. Havia uma tradição familiar na época que consistia em colocar vários objetos lado a lado na mesma proporcionalidade ao alcance das crianças que completavam 2 anos de idade. Valia tudo: talheres, ferramentas, objetos de decoração representando bonecas, carros, aviões, artigos para produção de artesanato e costura, lápis, borracha e uma caneta, uma simples Caneta BIC sem nenhum atrativo, mas foi ela que eu peguei e não larguei mais. Diziam que este seria o objeto de trabalho do futuro adulto e reconheço que acabou dando certo comigo e com muita gente.

Lá fui eu, com a canhota rabiscando paredes, cadeiras, mesas e tudo que havia pela frente e assim começaram também meus primeiros rabiscos no papel. Em 1994 meu primeiro emprego não poderia ser outro: atendente em uma papelaria. Soava quase óbvio tal era meu amor por cadernos, livros e todos os artigos de papelaria e escritório.

Também naquele ano de 1994 eu estava me formando datilógrafa como já comentei nesta postagem. Em 1996 já era hora da informática e com certeza a maioria dos leitores nem imaginam o que eram o MS-DOS e o QUATTRO-PRO, mas vamos deixar eles esquecidos lá no passado.

Em 1997 eu me formava Técnica em Contabilidade tendo até ai estudado 11 anos integralmente no ensino público, um ensino tão distante do atual que parecem há 100 anos de distância.

Estudei numa “escola isolada” municipal, assim se chamava na época. Haviam apenas duas salas e era normal duas turmas de séries diferentes estarem ao mesmo tempo em sala de aula: uma virada para um lado e outra para o outro, com um quadro em cada parede e a mesma professora se revesava para dar aulas diferentes no mesmo ambiente. Não houve nenhum problema quanto a isso, cada um sabia o que tinha que fazer e conseguíamos desenvolver o que se esperava de nós.

A partir da 5ª série fui para outra escola, a “básica”, estadual, onde completei o primeiro grau. O segundo foi um “colégio estadual” e foi onde fiz o curso técnico.

As diferenças, além das matérias: religião, preparação para o trabalho, educação moral e cívica eram muitas.

Não se ganhava o uniforme escolar nesta época, ele tinha que ser comprado em lojas do município e os pais eram responsáveis por isso. Como a maioria de nós éramos pobres e morávamos em simples casas de madeira, onde se tinha que dormir com o cobertor sobre o rosto mesmo no verão para não comer “farinha dos cupins”, havia uma troca intensa entre os vizinhos: os maiores iam deixando o uniforme para os menores e como eram idênticos para meninos e meninas (blusa branca, bermuda e calça azuis e a saia de prega só nos eventos especiais) usei roupa de “menino” e minhas roupas “de menina”, exceto as saias também serviram e bem para meninos. Ninguém via nenhuma maldade ou humilhação nisso, era assim, todos se entendiam e se havia alguém extremamente pobre, rifas ajudavam a comprar o uniforme “inicial”, depois todos faziam parte do mesmo rodízio.

Não haviam muros ou portões, no máximo muros de contenção de barrancos. As escolas eram áreas abertas, livres, qualquer um poderia chegar nas portas das salas, conversar conosco na hora do recreio e observar toda movimentação do local. Íamos estudar a pé ou bicicleta e os pais só nos levavam quando tinham que falar com a professora ou em caso de doença, porque estudávamos mesmo com gripe, dor de barriga, dor de cabeça. A professora se tornava a enfermeira e ela mesma diagnosticava se não havia mesmo condições de ficarmos e então pedia para alguém ir chamar os pais ou ela mesmo levava o aluno até em casa, se morasse próximo.

Em 11 anos de estudos não lembro de nenhuma reforma nas escolas, com exceção dos danos causados por inundações ou vendavais. Tudo era feito para durar, da telha a tinta, havia boa qualidade no todo. Se, por acaso, um aluno causasse prejuízo à escola, os pais eram chamados e responsabilizados, todos ficavam sabendo e eram repreendidos para que nunca fizessem igual.

ping pong

Se algo sumia na sala, todas as mochilas eram revistadas até encontrar o “ladrão” e este tinha que devolver o objeto de furto (geralmente uma figurinha de chicletes da Coleção Ping-Pong), pedir desculpas e assumir que nunca mais voltaria a fazer aquilo. Dado o fato e devolvido ao dono legítimo, todos voltavam a brincar juntos como se nada tivesse acontecido.

Se havia bullyng? Este nome nem existia mas sim, havia. Todos tinham apelidos e às vezes, irritantes. Se falasse ou fizesse uma “besteira”, era “zoado” por um bom tempo, ou era implantada uma “greve de amizades”, deixando aquela pessoa isolada por um tempo, mas entre uma choradeira aqui e umas risadas ali, ninguém ficou traumatizado e teve problemas futuros por causa disso.

No caso de desrespeito ao professor ou violência ao colega, havia a expulsão. Os pais eram chamados e convidados a levar seu filho para outra escola. Eu presenciei como aluna apenas um fato: um colega trouxe um esqueiro e colocou fogo no cabelo da colega que sentava à frente. Rapidamente o fogo foi apagado e não houve grandes danos mas foi mais que o suficiente para no outro dia ele, chorando muito, vir despedir-se de nós para todo sempre da vida escolar.

Nunca vi os pais desrespeitaram os professores em suas resoluções por vezes bem duras, muito menos os diretores. Havia um respeito muito grande, estes eram tidos como autoridades e caso dissessem algo, eles tinham razão, os alunos não. Não vi injustiças serem praticadas mas vi muita participação dos pais, que em caso de “anotação no caderno” chamavam a atenção dos filhos para seguirem as regras.

Ninguém era aprovado automaticamente, pelo contrário, se não alcançasse a média 7,0 em todas as matérias, mesmo que faltasse somente 0,5 ponto em uma delas, repetia o ano inteiro  e não havia matéria com menor ou maior importância, todas tinham o mesmo peso. Reprovar era simplesmente o fim do mundo. Não passei na pele, mas sofri junto com colegas que ficaram “para trás”.

Hoje em dia quando vejo a violência contra colegas e professores, depredação das escolas, irresponsabilidade dos pais e dos alunos sem compromisso com o aprendizado, irresponsabilidade pública com instalações inadequadas e até vergonhosas, penso em quanto todos estão perdendo, estas pessoas e a sociedade, que não valorizam o bem principal depois da saúde: o conhecimento.

Ainda bem que há oásis por toda parte, gente comprometida, gente que gosta de ver toda gente melhor, evoluindo e gente que quer aprender, pensar melhor com a mente expandida, ser melhor.

mapa mundi

Repito em todas as conversas sobre a solução dos problemas da humanidade, especialmente do Brasil: quando tivermos um povo com educação de verdade, teremos um país melhor. Que seja a educação sensata, sem ideologias, sem condicionamentos, que não seja vazia e que desperte em cada um o amor pelo conhecimento, o respeito pelo semelhante, a criatividade para resolver problemas e dinamizar o dia a dia e sobretudo, que nos faça ver que o caminho certo é mais longo, mas é e sempre será o  melhor, o nome deste caminho é honestidade, que em mentes conscientes formam uma sociedade com igualdade e felicidade.

Feliz Dia do Estudante!

eu

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New Nissan March 2017

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Sou daquelas pessoas que ficam com o mesmo carro por mais de 5 anos, na verdade, até 10 anos. Sempre procuro um carro que caiba no meu bolso não só na compra, mas no consumo, abastecimento, documentação obrigatória, seguro e manutenção. O carro deve suprir as minhas necessidades e ponto final, não é uma questão de status.

Procuro comprar carro zero quilômetro desde o primeiro, no ano 2000, fruto de um consórcio em 60 vezes (e que não foi nada fácil de pagar). A garantia de fábrica (neste caso, de três anos) e a certeza do real estado do automóvel são os principais atrativos, independentemente da desvalorização imediata, o prazer de dirigir um carro novo esta agregado ao valor da compra e também é um diferencial que para mim importa.

Nestas coincidências que ninguém explica, todos os meus carros foram comprados no dia 24 de fevereiro (2000, 2010 e 2017) sem a pretensão de fazer desta forma. Procuro trocar de carro no mês de fevereiro, mas nunca com esta exatidão de data, enfim, há coisas sem explicação.

Visitei todas as concessionárias possíveis, havia uma inclinação para a FIAT, marca dos meus outros carros, mas, depois de muitas pesquisas e comparativos, fiquei com o New Nissan March na versão 1.0 SV.

Há um ditado que diz: “carro bom é carro novo”, então não estou aqui para encontrar problemas em outras marcas ou modelos de automóveis, até porque há uma infinidade de opções e o mais importante é que sua escolha seja adequada para seu dia a dia, sua família e seu bolso.

Nas características do New Nissam March encontrei interiormente:

◊ Câmbio manual de 5 marchas
◊ Acelerador eletrônico do motor (drive by wire)
◊ Ar-condicionado
◊ Ar quente
◊ Banco do motorista “Comfort Seat” com regulagem de altura
◊ Comando de áudio e telefone no volante
◊ Computador de bordo com as funções consumo instantâneo e relógio
◊ Console central com 3 porta-copos e porta-objetos
◊ Conta-giros e velocímetro com acabamento em prata
◊ Desembaçador do vidro traseiro com temporizador
◊ Direção elétrica progressiva
◊ Display digital de quilometragem total e parcial
◊ Para-sol com espelhos cortesia para motorista e passageiro
◊ Porta-luvas com tampa
◊ Porta-malas com iluminação
◊ Portas dianteiras com porta-objetos e suporte para garrafa
◊ Tomada de 12V integrada ao console central
◊ Travas elétricas das portas e do porta-malas
◊ Vidros dianteiros e traseiros elétricos com a função “one touch” para vidro do motorista
◊ Volante de três raios com regulagem de altura
◊ Acabamento preto da coluna central
◊ Acabamento em prata na manopla
◊ Acabamento em prata do painel central e das saídas de ar-condicionado
◊ Banco com costura dupla
◊ Botão cromado da alavanca do freio de mão
◊ Maçanetas internas de abertura das portas cromadas
◊ Airbags frontais para motorista e passageiro
◊ Alarme de advertência sonoro para chave no contato e lanternas acesas
◊ Apoios de cabeça dianteiros (2) e traseiros (2) com regulagem de altura
◊ Bloqueio de ignição através de imobilizador do motor
◊ Cintos de segurança dianteiros com pré-tensionadores e limitadores de carga
◊ Cintos de segurança traseiros laterais de 3 pontos retráteis e central de 2 pontos
◊ Rádio CD Player com função RDS, entrada auxiliar para MP3 Player/iPod®, conector USB e 4 alto-falantes
◊ Bluetooth streamming com comandos no volante

Exteriormente, um design muito bonito e:

◊ Chave com telecomando para abertura e fechamento das portas e do porta malas
◊ Farol de neblina dianteiro
◊ Retrovisores externos com regulagem elétrica
◊ Tampa de combustível com abertura interna
◊ Aerofólio com brake light integrado
◊ Detalhe da grade superior em V cromado
◊ Maçanetas externas na cor da carroceria
◊ Retrovisores externos rebatíveis
◊ Retrovisores externos na cor da carroceria
◊ Rodas de liga leve 15” e pneus 185/60 R15
◊ Freios ABS com controle eletrônico de frenagem (EBD) e Assistência de frenagem (BA)
◊ Limpador de para-brisa com 9 velocidades e controle intermitente ajustável
◊ Antena de teto
◊ Hatchback, 5 portas, 5 lugares, tração dianteira

*Fonte: Site Oficial Nissan

Além disso não abri mão da cor branca (♥), do insulfilm, calhas de chuva, automatizador de vidros e ainda quero colocar o engate para reboque, adequando assim ao meu uso.

As primeiras impressões são ótimas: bonito, compacto, bom rendimento de combustível e velocidade, ar condicionado eficiente, Bluetooth simplificado, espaço interno compatível com o que eu precisava, conforto ao dirigir e “ponto cego” bem menor que dos outros carros que possuí. O atendimento da concessionária na pré-venda, venda e entrega também foram ótimos, mas se você não conseguir decorar de primeira as funções do computador de bordo como eu, ai vai uma “colinha”:

Funções do Computador de Bordo do New Nissan March 2017

  1. Relógio (apertando o botão alguns segundos nesta função, é possível programar a hora correta – aperte e segure para começar a piscar, depois vá clicando para mudar a hora, espere um pouco para que comece a piscar o minuto e espere um pouco novamente para o relógio parar de piscar e pronto);
  2. Odômetro – mostra a quilometragem total percorrida pelo carro;
  3. Trip A – quando encher o tanque zerar esta função e então quando chegar à reserva do combustível ele dará o número de quilômetros que o carro fez com aquele tanque;
  4. Trip B – zerar e percorrer uma distância em que se quer ver quantos quilômetros tem. Para utilizar em uma viagem, por exemplo e saber quantos quilômetros percorreu da saída até o destino;
  5. Km/l – vai marcando quanto que o carro está consumindo por litro em tempo real naquela velocidade que se está dirigindo (sempre estará variando, é só uma base);
  6. AVG – média de consumo – zerar em cada abastecida para ver quanto o carro está fazendo por litro.

No Brasil, os impostos são chocantemente vergonhosos, praticamente 50% do automóvel é imposto (imposto na compra, imposto anual, imposto no combustível, pedágio) e nunca vemos o retorno deste dinheiro, pelo contrário: segurança zero, estradas em péssimas condições e burocracia imensa. Lamentável e revoltante.

Agora é curtir o carro, esperar o tempo passar e tirar novas conclusões sobre o automóvel em si, o pós-vendas, às revisões, manutenções e todo atendimento da Nissan.

Abençoado sejam os meus e os seus caminhos, hoje e sempre!

Compartilhando Meus Livros – De H a M

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Olá, visitante!

À pedidos, esta é a segunda postagem com o link para alguns dos meus livros, os que estão em *.pdf e acessíveis no 4shared.com – lembram que falei sobre Armazenamento em Nuvem?

Clicando aqui você terá acesso às minhas postagens sobre livros, sugestões de leitura, acessórios, dicas para confeccionar seus próprios marcadores e sobre o Kindle – leitor de livros digital (falando sobre ele, aqui você encontra as dicas de como ler seus *.pdfs no leitor ou com o aplicativo Kindle no celular ou tablet, aproveite!).

Respeite os direitos autorais assim como este blog respeita. Sendo solicitado, o link será removido imediatamente e o livro não será mais compartilhado. Não altere nenhuma obra, respeite o (a) autor (a) e quando possível, adquira seu exemplar em uma livraria de sua confiança para que tenhamos sempre bons escritores dispostos à nos presentear com conhecimento, cultura e entretenimento.

Segue, em sequência alfabética por título do livro, de H a M:

⇒ Há Dois Mil Anos – Francisco Cândito Xavier

⇒ Harry Porter no Mundo Real – Augusto Cury

⇒ Heróis da Fé – Orlando Boyer

⇒ Hinos de 16 Clubes Brasileiros de Futebol

⇒ História da Leitura – Alberto Manguel

⇒ História Da Segunda Guerra Mundial – Ivo A. Maioli

⇒ História das Cruzadas – I – Joseph François Michaud

⇒ História das Cruzadas – II – Joseph François Michaud

⇒ História das Cruzadas – III – Joseph François Michaud

⇒ História das Cruzadas – IV – Joseph François Michaud

⇒ História das Cruzadas – V – Joseph François Michaud

⇒ História das Cruzadas – VI – Joseph François Michaud

⇒ História das Cruzadas – VII – Joseph François Michaud

⇒ Histórias de Pais, Filhos e Netos – Paulo Coelho

⇒ História do Brasil – Afrânio Peixoto

⇒ História Do Dinheiro No Brasil – Marcos Faber

⇒ História Do Futuro – Míriam Leitão

⇒ História e Geografia Brasileira 2006

⇒ História e Mistério dos Templários – Pedro Silva

⇒ História Em Movimento – Volume I

⇒ História Em Movimento – Volume II

⇒ História Em Movimento – Volume III

⇒ História Secreta do Brasil – Cláudia Bernadth de Souza Pacheco

⇒ História Secreta do Brasil – I – Gustavo Barroso

⇒ História Secreta do Brasil – II – Gustavo Barroso

⇒ História Secreta do Brasil – III – Gustavo Barroso

⇒ História Secreta do Brasil – IV – Gustavo Barroso

⇒ História Secreta do Brasil – V – Gustavo Barroso

⇒ História Secreta do Brasil – VI – Gustavo Barroso

⇒ Hitler E Os Segredos Do Nazismo I e II – Sérgio Perfeira

⇒ Homens São de Marte, Mulheres São de Vênus – John Gray

⇒ HP 12-C –Uso, Aplicações e Matemática Financeira

⇒ Imigração e Imigrantes

⇒ Imposto de Renda 2016

⇒ Indivíduo e Educação Na Crise do Capitalismo – UFC

⇒ Inteligência Multifocal – Augusto Cury

⇒ Interlinear – Hebraico-Português – 2 Edição

⇒ Interpretação e Superinterpretação – Umberto Eco

⇒ Inventário Florístico Florestal De Santa Catarina – I

⇒ Inventário Florístico Florestal De Santa Catarina – II

⇒ Inventário Florístico Florestal De Santa Catarina – III

⇒ Inventário Florístico Florestal De Santa Catarina – IV

⇒ Inventário Florístico Florestal De Santa Catarina – V

⇒ Investimentos Inteligentes – Gustavo Cerbasi

⇒ Jesus Cristo e Os Filósofos – Padre Antônio D’Almeida Moraes Júnior

⇒ Judas, O Obscuro – Thomas Hardy

⇒ Legalização de Empresas – Eugenize Bezerra Lima

⇒ Legenda de Oiro – Daniel Rops

⇒ Legislação Chico Mendes De Conservação Da Biodiversidade – Volume I

⇒ Legislação Chico Mendes De Conservação Da Biodiversidade – Volume II

⇒ Levantamento Socioambiental do Inventário Florestal – EPAGRI

⇒ Lição de Kafta – Modesto Karone

⇒ Lições do Passado, Realizações do Presente e Perspectivas Para O Futuro

⇒ Líder Empreendedor – Dave Ramsey

⇒ Lista de Sobrenomes Judaico Sefarditas de Luso-brasileiros

⇒ Livro de Orações – Igreja Ortodoxa Russa

⇒ Livro Dos Sonhos

⇒ Livro Vermelho Da Fauna Brasileira Ameaçada De Extinção – Volume I

⇒ Livro Vermelho Da Fauna Brasileira Ameaçada De Extinção – Volume II

⇒ Mais Fatos e Mitos Sobre Sua Saúde – Dr. Fernando Lucchese

⇒ Mais Perto – Francisco Cândito Xavier

⇒ Mamíferos Do Brasil

⇒ Manual Das Indulgências, Normas e Concessões

⇒ Manual de Fitopatologia – Volume I

⇒ Manual de Fitopatologia – Volume II

⇒ Manual Definitivo do Coach em Início de Carreira

⇒ Manual De Primeiros Socorros Anvisa

⇒ Manual do Empresário – SEBRAE

⇒ Manual Do Investidor

⇒ Manual do Processo Eletrônico de Inscrição do Microempreendedor Individual (MEI)

⇒ Manual e Roteiro do Terço Católico

⇒ Manual HP 10S

⇒ Manual HP 12-C

⇒ Manual IRRF 2016 – Perguntas e Repostas

⇒ Manual Nota Fiscal Urbano

⇒ Manual Prático do Vampirismo – Paulo Coelho e Nelson Liano Jr.

⇒ Manual Técnico da Vegetação Brasileira – II Edição

⇒ Manual Tecnológico – Mel de Abelhas Sem Ferrão

⇒ Matemática Financeira – Estácio

⇒ Matemática Financeira com gabarito das questões – Natal Dolzan Júnior

⇒ Matemática Financeira com a HP 12C – Resumão

⇒ Medicamentos Homeopáticos – Sintomas de A a Z– Eduardo Egisto

⇒ Medicina Alternativa de A a Z – Carlos Nascimento Sperthamann

⇒ Mediunidade e Sintonia – Francisco Cândito Xavier

⇒ Mente Rica – Edson Oliveira

⇒ Memórias De Irmã Lúcia – Padre Luís Kondor

⇒ Memórias de Um Exorcista – Padre Gabriele Amorth

⇒ Mensagem à Garcia – Helbert Hubbard

⇒ Mentes Brilhantes – Alberto Del Isola

⇒ Minha Vida com Boris – Thays Martinez

⇒ Minha Vida e Minhas Experiências com a Verdade – Mahatma Gandhi

⇒ Mistérios Sombrios Do Vaticano – H. Paul Jeffers

⇒ Moedas Do Brasil – 12ª Edição

⇒ Mudar, Reinventar e Impreender

Esta postagem pode sofrer alterações: exclusão ou inclusão de obras. Caso haja dúvidas de como baixar os livros, aqui há um pequeno tutorial. Volte para conhecer as novidades periodicamente.

Payleven – A Melhor Opção Para Vender

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O Que é Bom para as Mulheres é Bom para o Mundo

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 por Danielle Nierenberg

Durante a década de 90, várias das principais conferências das Nações Unidas ressaltaram a importância da inclusão das mulheres no desenvolvimento sustentável. Mas, apesar dos compromissos no papel, houve muito pouca ação. A igualdade real e significativa entre mulheres e homens exigirá muito mais do que a inserção de um parágrafo aqui ou ali nos documentos emitidos numa convenção das Nações Unidas ou em leis nacionais. A miopia de gênero – ou cegueira às questões femininas – ainda distorce as políticas ambientais, econômicas e da saúde. Hoje, uma década após a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, no Rio de Janeiro, Brasil, governos, agências de desenvolvimento e até mesmo algumas ONGs continuam firmemente patriarcais. Apesar da crença generalizada de que as mulheres “avançaram muito” na conquista da melhoria social e econômica, continuam a enfrentar muitos dos mesmos obstáculos de uma década atrás. E em alguns casos, estes problemas se tornaram ainda mais intimidantes.

Na Rio-92, as mulheres se uniram como nunca e apresentaram uma visão de um mundo onde todas as mulheres seriam instruídas, livres de violência e capazes de fazer suas próprias escolhas reprodutivas. Como consequência dessa mobilização, a Declaração do Rio e a Agenda 21 determinaram a participação plena das mulheres no desenvolvimento sustentável e a melhoria de sua situação em todos os níveis da sociedade.

O trabalho que começou na Conferência de 92 não terminou no Rio. Devido aos esforços das ONGs femininas lá, a saúde e os direitos humanos das mulheres foram incluídos na agenda internacional. A Agenda 21 do Rio abriu caminho para a Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento (CIPD) no Cairo, Egito, em 1994. O Programa de Ação do Cairo reafirmou os direitos das mulheres e sua participação equitativa em todas as esferas da sociedade, como pré-requisito para a melhoria do desenvolvimento humano.

As declarações e promessas feitas nessas conferências foram os primeiros passos significativos para a melhoria de vida das mulheres, porém ainda resta muito a fazer. Consideremos a estatística abaixo, divulgada pelas Nações Unidas e outras organizações ambientais e de saúde:

  • Mais de 350 milhões de mulheres em todo o mundo não dispõem de acesso a serviços de planejamento familiar.
  • Mais de 500.000 mulheres morrem, anualmente, de complicações durante a gravidez e o parto.
  • O crescimento populacional ainda está acelerado nas 48 nações menos desenvolvidas aproximadamente 80 milhões de pessoas são adicionadas ao planeta, anualmente. Muitas delas nascem em locais onde a falta de infraestrutura e serviços públicos limita o tempo de vida tanto de jovens quanto de idosos.
  • A maior geração de jovens da história da humanidade – 1,7 bilhões de pessoas entre 10 e 24 anos – está prestes a entrar em seu período reprodutivo. A onda jovem ocorre ao mesmo tempo em que o financiamento internacional para planejamento familiar e contraceptivos, especialmente dos Estados Unidos, foi abolido. Consequentemente, muitos dos jovens ficam privados de orientação e dos mecanismos para se protegerem de gravidezes indesejadas, relacionamentos violentos e doenças sexualmente transmissíveis.
  • Em quase todo o mundo em desenvolvimento, a maioria das novas infecções de HIV/

AIDS ocorre em jovens, sendo as mulheres as mais particularmente vulneráveis. Na África subsaariana, onde a AIDS se dissemina mais rapidamente do que em qualquer outro local do planeta, as mulheres representam 55 por cento de todos os novos casos de HIV. A maioria delas não tem autonomia sexual para recusar o sexo ou exigir que seus “parceiros” utilizem preservativos.

  • A violência de gênero assume várias formas e aflige moças e mulheres durante toda a vida. Mundialmente, uma em cada três mulheres é agredida, forçada ao sexo ou sujeita a abusos durante sua existência. Na China e na Índia, cerca de 60 milhões de moças são consideradas “desaparecidas” devido a abortos sexo-seletivos, infanticídio feminino e desprezo. Mais de 2 milhões de mulheres são submetidas à mutilação genital, anualmente, levando a uma vida de sofrimento e trauma psicológico.
  • Apesar dos avanços da educação, tanto para meninas e meninos, dois terços dos 876 milhões de analfabetos no mundo são mulheres. Em 22 países africanos e 9 asiáticos, a matrícula feminina é inferior a 80 por cento da masculina, e apenas cerca de metade das moças nos países menos desenvolvidos continua na escola após a 4a série.
  • Em grande parte do mundo, lares de mães solteiras abrigam um número desproporcional de crianças pobres.
  • Globalmente, as mulheres ganham, em média, dois terços a três quartos da remuneração masculina para o mesmo trabalho. Além disto, as mulheres desempenham a maior parte do trabalho invisível – mantendo a casa, cozinhando, recolhendo lenha e água, cuidando dos filhos, jardinando – que sustenta o ambiente doméstico. A maioria da contabilidade econômica oficial não prevê o valor do trabalho invisível. Se fosse “contabilizado” seria avaliado em cerca de um terço da produção econômica mundial.
  • As mulheres estão enormemente sub-representadas em todos os níveis de governo e em instituições internacionais. Em 2000, as mulheres detinham apenas 14 por cento de participação nos parlamentos mundiais. Nas Nações Unidas, as mulheres compunham apenas 21 por cento da alta administração, em 1999.

A Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável, na África do Sul, é uma oportunidade para os líderes mundiais eliminarem essas desigualdades, reconhecendo que o que é bom para as mulheres é bom para o mundo. Além de incrementar os direitos humanos, a melhoria de vida das mulheres inclui uma vasta gama de benefícios colaterais – desde menor crescimento populacional e diminuição da taxa de mortalidade infantil, até melhor gestão de recursos naturais e economias mais saudáveis. Para que ocorram mudanças efetivas de gênero e população, as nações deveriam adotar as seguintes medidas:

  • Cumprir ou vencer as metas estabelecidas em Cairo e remover as barreiras ao tratamento da saúde reprodutiva e abrangente, em nível nacional. No Cairo, os países concordaram em gastar US$ 17 bilhões anuais (em dólares de 1993) até 2000 para fornecer acesso universal aos serviços básicos de saúde reprodutiva a todos, até 2015. Ironicamente, as nações mais pobres do mundo estão mais próximas de atingir as metas do Cairo do que os países mais ricos – despendendo quase 70 por cento do seu compromisso. As nações ricas, por outro lado, não atingiram nem 40 por cento do seu compromisso do Cairo.
  • Agir junto aos Estados Unidos para remover as barreiras ao financiamento internacional para planejamento familiar. A lei da mordaça global que proíbe o financiamento dos Estados Unidos a agências internacionais que simplesmente mencionem o aborto a seus clientes, deve ser sumariamente abolida pelo Presidente Bush. O governo também deve cumprir sua promessa de US$ 34 milhões para o Fundo de População das Nações Unidas.
  • Aumentar o número de mulheres na administração pública. A WEDO [Organização Feminina para o Meio Ambiente e Desenvolvimento] e outros grupos reclamam uma representatividade 50/50 em todos os níveis – desde conselhos de vilarejos até o mais alto escalão dos parlamentos nacionais. Na África do Sul – onde foi estabelecido um sistema de cotas em 2000 – as mulheres estão gradativamente conquistando assentos na Assembleia Nacional, detendo, hoje, 8 das 29 cadeiras.
  • Remover obstáculos que impedem a matrícula e acesso de meninas às escolas. Estudo após estudo revela que moças com maior grau de instrução não apenas têm menos filhos, mas também mais saúde para si e seus filhos. No Egito, apenas 5 por cento das mulheres que permaneceram além do primário tinham filhos ainda na adolescência, enquanto mais da metade das mulheres sem instrução se tornaram mães nessa idade.
  • Educar homens e meninos sobre a importância da igualdade de gênero e compartilhamento de responsabilidades. Estereótipos e expectativas culturais sobre a masculinidade impedem muitos homens de assumir responsabilidade pela saúde reprodutiva e pelos cuidados com as crianças. Alguns se sentem ameaçados pela independência das mulheres e expressam sua macheza pela violência ou pela retenção da renda familiar. À medida que mudam os papéis dos homens, o esforço para incluí-los no planejamento familiar e saúde reprodutiva está adquirindo ímpeto. Na Nicarágua, workshops para desaprender o machismo e melhorar as técnicas de comunicação resultaram em menos violência doméstica. E em Máli, voluntários masculinos foram treinados para prestar informação sobre saúde reprodutiva e planejamento familiar, e distribuir preservativos.
  • Aumentar a conscientização dos jovens sobre questões de saúde reprodutiva, inclusive HIV/AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis. Em países como Uganda e Senegal, o compromisso governamental à educação sobre AIDS, tanto em nível nacional quanto local, ajudou a controlar a epidemia nessas nações. No México, programas de aconselhamento parceiro fazem com que jovens conversem e sejam educados por jovens sobre saúde sexual, melhorando a comunicação entre as gerações sobre a sexualidade e planejamento familiar.
  • Promulgar e aplicar legislação firme para proteger as mulheres contra a violência. Muitas leis nacionais não resguardam as mulheres de relacionamentos violentos ou impossibilitam processar homens por agressões, estupro e outras formas de abuso. Alguns países – México e Filipinas, por exemplo – reformaram sua legislação sobre o estupro, considerando o ato como “um crime contra a liberdade individual. ” Em Belize e Malásia, leis e códigos penais foram alterados, passando a considerar a violência doméstica como crime.

MyHeritage – Conheça os Planos e Possibilidades

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Ancestralidade, o assunto que me fascina e que eu já comentei nesta postagem. Hoje trago um pouco mais sobre o MyHeritage – a plataforma para montar sua árvore genealógica.

São muitas funções disponíveis, cada qual acessível em conformidade com o plano que você deseja usufruir:

♦ O Plano Básico e Gratuito é para você, inciante, que deseja começar uma árvore com poucos dados, por exemplo: seus, dos seus irmãos, pais e avós. Minha sugestão é que crie sua conta gratuita e fique com ela por algumas semanas ou até meses para treinar o cadastramento de informações, as funções disponíveis e se você realmente quer embarcar nesta viagem. Com a conta gratuita você pode cadastrar até 250 familiares e tem acesso aos Gráficos (montagem de sua árvore para fotos que podem virar quadros de parede) e Livros (que são montados automaticamente com os dados que você cadastrar, para impressão,  encadernamento ou para guardar em *.pdf) além de outras boas funções. É claro que na grande maioria, quando você for acessar, aparecerá a telinha pedindo para você comprar outro plano mais completo.

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Já uma assinatura de Plano Premium ou Premium Plus lhe dá o direito de aumentar o armazenamento de sua árvore genealógica online e recursos especiais para alavancar a sua pesquisa de genealógica.

♦ Ao atualizar um de seus sites da família (você pode criar várias árvores diferentes) para uma Plano MyHeritage Premium você passa a ter:

* Aumento do limite da árvore de família para 2.500 indivíduos para expandir sua árvore genealógica;
* Suporte prioritário para obter respostas rápidas;
* Family Tree Builder Premium – Combinação de Smart Match, Gráficos Tudo-em-Um e Mapas Interativos;
* Recursos especiais, como a Linha do Tempo;
* Smart Matching Avançado: confirme e rejeite coincidências, contate o administrador do site, mescla automática;
* Acesso às coleções de Membros e Sites de Família de MyHeritage no SuperSearch para expandir sua pesquisa.

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♦ Com um Plano MyHeritagem Premium Plus:

* Número ilimitado de pessoas para crescer sua árvore genealógica;
* Suporte prioritário para obter respostas rápidas;
* Family Tree Builder Premium – Combinação de Smart Match, gráficos tudo-em-um e Mapas Interativos;
* Recursos especiais, como a Linha do Tempo e o Livro Cronológico;
* Smart Matching Avançado – confirme e rejeite coincidências, contate o administrador do site, combinação automática;
* Acesso às coleções MyHeritage em SuperSearch para expandir sua pesquisa;
* Acesso Ilimitado às Instant Discoveries™.

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♦ Já com uma Assinatura de Dados fica permitido acesso total ao SuperSearch e Record Matches.

SuperSearch é uma ferramenta de pesquisa do MyHeritage que permite você procurar em mais de 7 bilhões de registros ao redor do mundo. Há muito conteúdo útil no SuperSearch para explorar. Ele inclui registros exclusivos que, em muitos casos, só estão disponíveis no MyHeritage.

Nós adicionamos constantemente novos dados ao SuperSearch, mais de 2.1 bilhões de perfis, 7 bilhões de registros históricos e 85 milhões de usuários registrados. Em um dia comum, os usuários de MyHeritage adicionam 2 milhões de perfis às suas árvores genealógicas. Isso significa que, mesmo que você não encontre o que procura no SuperSearch, tem uma chance do MyHeritage encontrar em breve para você.

Record Matches automaticamente encontra correspondências entre pessoas na sua árvore genealógica e bilhões de registros no SuperSearch e notifica tais correspondências. Uma assinatura de dados lhe permite confirmar ou rejeitar Record Matches, visualizar registros e baixá-los.

E mais, com os incríveis recursos, você pode salvar registros históricos diretamente na página de perfil dos indivíduos da sua árvore genealógica e extrair informações dos registros para a árvore genealógica.

Pode parecer complicado à primeira vista, mas é super simples e principalmente: organizado. Você se familiariza com os termos rapidamente e vai redescobrindo sua história passo à passo. Com sorte, alguém com os mesmos parentescos também está montando uma árvore e as correspondências lhe ajudam a unir as informações rapidamente. Você conta com a Central de Ajuda e o Blog para esclarecer suas dúvidas e para quem optar pelos planos mais completos, as respostas chegam mais rapidamente por e-mail e telefone.

Sobre os valores, eles variam. Há várias promoções que acontecem periodicamente, descontos para quem adquirir dois planos e sites parceiros que oferecem cupons. Eu paguei pelo Plano Premium Plus e Plano de Dados os valores abaixo. A assinatura é anual:

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Além de todos estes recursos, há também o DNA Ancestral, mas este é um assunto para outra postagem. Tenho certeza que você vai se surpreender com suas descobertas e o novo mundo que passa a fazer parte de sua vida.

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